Quando um animal é extinto muitos acreditam que não tem mais volta... é o que as pessoas pensam. A clonagem comprova a possibilidade de dar vida novamente a uma linhagem de animais já extinta. O que eles precisam mesmo é apenas de um DNA preservado de cada animal para fazê-los voltar a ativa!
O projeto Revive & Restore Project esta trabalhando em métodos de DESEXTINÇÃO, que no qual o objetivo é trazer de volta a vida animais que já foram extintos. Mamute, tigre-dente-de-sabre e o famoso dodô junto com outros, são os candidatos a tal milagre.
![]() |
| Mamute |
Entre 3 mil e 10 mil anos atrás, o mamute entrou em extinção. As causas mais prováveis são mudanças no clima, que começava a ficar mais quente, e a caça. Todavia, pode ser possível que a espécie volte a dividir o mundo com os humanos. Em março de 2012, cientistas da Rússia e da Coreia do Sul anunciaram uma parceria para clonar o animal e gerar um indivíduo vivo.
![]() |
| Quagga |
A Quagga era uma subespécie de zebra que habitava as planícies da África do Sul. Sua principal característica era o desaparecimento gradual das listras, bem marcantes na frente e inexistentes atrás. A cor marrom da metade posterior e as patas brancas também eram particularidades do animal. O DNA retirado da pele de um exemplar empalhado era muito semelhante à zebra comum (Equus quagga). Em 1987 surgiu o Projeto Quagga, com o objetivo de trazer o animal de volta da extinção através de um programa de reprodução seletiva a partir da zebra comum. O projeto atingiu significante redução nas listras do corpo na parte traseira até agora.
![]() |
| Auroque |
Auroques eram bovídeos achados na Grã-Bretanha, no norte da África e em boa parte do território da Eurásia. A caça e a competição por pastos com o gado doméstico levaram a espécie à extinção em 1627.
![]() |
| Arau-gigante |
Anteriormente o arau-gigante podia ser encontrado em todo o litoral do Atlântico Norte. As aves, semelhante aos modernos pinguins, haviam perdido o voo durante a evolução e eram excelentes nadadoras. A caça por suas penas, carne, óleo e gordura levou a espécie à extinção. O último arau-gigante vivo foi visto em 1852. Hoje existem mais de 70 exemplares em museus, além de ovos, que podem ser utilizados para retirada de material genético.
![]() |
| Tetraz |
A subespécie de tetraz-das-pradarias, Tympanuchus cupido cupido, habitava os brejos da América do Norte, desde o sul de New Hampshire até o norte da Virgínia. A chegada de colonizadores e a perda de habitat acabaram levando o animal à extinção em 1932.
![]() |
| Huia |
O único lugar no mundo onde era possível se encontrar huias era no norte da Nova Zelândia. Para os maoris as penas das aves era um sinal de status: só os chefes podiam usá-las como adorno. Mais tarde, com a chegada dos europeus, as aves passaram a ser alvo de colecionadores – que desejavam empalhar os animais para deixá-los como peças de decoração – e sua população caiu drasticamente. O último indivíduo foi visto em 1907. A perda de habitat e doenças são outras causas prováveis da extinção. Hoje seria possível extrair o material genético da pele dos espécimes empalhados, mas, devido às condições de conservação, é muito difícil que o genoma completo da ave seja mapeado
![]() |
| Moa |
As moas são agrupadas em nove espécies divididas em seis gêneros. As maiores (Dinornis robustuse Dinornis novaezelandiae) deixariam um avestruz parecendo um pequeno passarinho. Elas podiam chegar a 3,6 metros de altura e pesar cerca de 230 quilos. As aves entraram em extinção por volta do ano 1400 devido à caça intensiva promovida pelos Maoris e ao distúrbio provocado pela agricultura. Ela é uma candidata a desextinção porque existe uma quantidade significativa de ossos grandes de onde os cientistas podem retirar material genético para mapear o genoma do animal
![]() |
| Dodô |
O dodô era uma ave que existia nas Ilhas Maurício, no Oceano Índico. Longe de predadores, o animal perdeu a habilidade de voar durante a evolução e explorava seu habitat a pé. Quando os primeiros navegantes chegaram às ilhas no fim do século 16, começaram a caçar as aves indefesas, que também eram alvo de animais domésticos como gatos e cachorros (o biguá-de-galápagos enfrenta os mesmos problemas hoje). Em 1662 o animal entrou em extinção. Como alguns espécimes foram coletados por exploradores europeus e estão em museus, podem fornecer tecido de para a extração de DNA.
![]() |
| Pombo-passageiro |
Existiam bilhões de pombos-passageiros na América do Norte durante o século 19, mas a caça e a destruição do habitat levaram a espécie à extinção no começo do século 20. Hoje, um time de cientistas está tentando trazer a ave de volta utilizando seu DNA, coletado de tecidos de espécimes encontrados em museus, para mapear o genoma do animal.
![]() |
| Periquito-da-carolina |
![]() |
| Tigre-dentes-de-sabre |
Há 10 mil anos, o tigre-dentes-de-sabre, também conhecido como Smilodon, caçava no continente americano, mas mudanças climáticas e a caça predatória realizada por humanos levaram a espécie à extinção. Hoje existem fósseis bem preservados que foram encontrados nos poços de piche de La Brea, na Califórnia, que poderiam fornecer o material genético necessário para começar um projeto de desextinção.
![]() |
| Tigre-da-tasmânia |
O tigre-da-tasmânia era um marsupial (mesmo grupo dos cangurus) que vivia na Austrália, Nova Guiné e Tasmânia até a década de 1930. A perda de habitat e a introdução de cães domésticos ajudaram na diminuição da população. Biólogos, porém, apontam para a caça por fazendeiros, que visavam proteger seu rebanho, como a principal causa da extinção dos animais (mesmo problema enfrentado por muitos animais no dia de hoje, como a onça-pintada, por exemplo). Será difícil clonar o tigre-da-tasmânia, porque ele é bem diferente de seus parentes mais próximos nos dias de hoje – o diabo da tasmânia e o numbat – o que dificulta as análises genéticas.
[fonte]











